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Patrimônio arquitetônico colonial de Maceió, a sua descaracterização.


O meu objetivo é registrar o que restou da arquitetura colonial na cidade de Maceió, os antigos casarões do centro da cidade a descaracterização da nossa memória histórica.
 Atividade do ciclo econômico da cana de açúcar foi à responsável pela ocupação e formação da nossa civilização. Com elas surgiram os engenhos com suas casas-grandes e capelas.Os agregados humanos que surgiram a seguir trouxeram com eles construções destinadas à moradia, ao comércio, ao culto religioso e à administração.

Local que hoje é o centro da cidade teve origem a cidade de Maceió em torno do engenho de açúcar  onde hoje está edificada a igreja Metropolitana de Maceió e praça D. Pedro II.Do ponto de vista da historia da arte Encontram-se no Brasil edifícios coloniais com traços arquitetônicos renascentistas, barrocos, rococós e neoclássicos, essas construções começaram no Brasil na década 1530 nas capitanias Hereditárias e a fundação da primeiras vilas, Igaraçu e Olinda e são Vicente.


A configuração da arquitetura colonial se produzia Um aspecto categórico no urbanismo colonial era a fundação de igrejas e conventos. A cada passo acompanhada pela criação de uma praça junto ao edifício, assim como uma malha de ruas de acesso, organizando o espaço urbano. A aparência determinante do urbanismo colonial.

(No nosso o Patrimônio arquitetônico dos séculos XVIII e XIX) de Maceió embora venham sofrendo descaracterizações principalmente no centro da cidade, quando andamos nos calçadões observamos as destruições promovidas por alguns comerciantes, o que restou ainda resistem ao tempo, com a palavra O Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - IPHAN, como afirmar a UNESCO: ( ... ) o patrimônio é o legado que recebemos do passado, vivemos no presente e transmitimos às futuras gerações. “Nosso patrimônio cultural e natural é fonte insubstituível de vida e inspiração, nossa pedra de toque, nosso ponto de referência, nossa identidade”.











 











Fotos e texto: André Cabral ,com colaboração do Prof Fabio Serbin.

Comentários

  1. Os Remanescentes da arquitetura do Maceió antigo
    O meu objetivo é fotografar o que restou dos antigos casarões do centro da cidade a descaracterização da nossa memória histórica. Observe o que restou!
    Fotos do centro da cidade.

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  2. Caro prof. André Cabral, bom dia!
    Sou da Editora Grafset (João Pessoa - PB) e gostaria de saber como devemos proceder para utilizar uma foto deste blog em um livro de ensino fundamental desta referida editora. Peço que entre em contato enviando um e-mail para luisa@editoragrafset.com.br

    Grata,

    Luísa Felix

    ResponderExcluir

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