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Mostrando postagens de 2014

Maceió Antigamente - Parte 1/2

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Imagens exclusivas de Maceió em 1950

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Sururu Patrimônio Imaterial de Alagoas

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Sururu é registrado como Patrimônio Imaterial de Alagoas

O Conselho Estadual de Cultura (CGE) aprovou, por unanimidade, o registro do Sururu como Bem Cultural de Natureza Imaterial, durante reunião deliberativa realizada na tarde desta quinta-feira (11), no Palácio República dos Palmares. O pedido de registro como patrimônio imaterial foi solicitado formalmente pelo professor da Universidade Estadual da Alagoas (Uneal), Edson Bezerra, e pelo estudante de mestrado Ernani Viana Neto.
Para Edson Bezerra, esta é uma conquista do povo alagoano, que possui uma cultura rica e forte e tem o sururu, que está inserido no contexto histórico do estado. “É uma vitória importante, porque o Sururu está inserido em nossa cultura. Desde o tempo dos escravos que o molusco é utilizado em iguarias. Apesar de ser encontrado em outros estados também, ele ficou mundialmente conhecido como prato típico de Alagoas”, comenta.
De acordo com Ernani Viana, todo o processo de criação do texto de fundamentação foi importante para que alcançasse o objetivo. “As entrevistas,…

Os bondes de Maceió Antigo

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Conforme o pesquisador estadunidense Allen Morrison, Maceió foi à terceira cidade Brasileira a adquirir bondes a vapor, depois das cidades do Rio de Janeiro e Recife, a linha do bonde ia de Jaraguá a Bebedouro, com 10 km de comprimento abriu em 25 de março de 1868, O sistema foi instalado pela empresa nova-iorquina Thomsen & Com. em associação com o agente brasileiro do General Electric, Eduardo Guinle, usando equipamento da empresa Brill de Philadelphia: dez veículos-padrão, duas gôndolas motorizadas e um carro funeral em 1913, mais seis carros de passageiros em 1918. Depois o sistema bondes foi adquirido em 1928 pelo empresário de cotonicultura Gustavo Paiva, em seguida a operação do sistema passou à empresa estadunidense Electric Bond & Share. Sua subsidiária Companhia Força e Luz Nordeste do Brasil operaram os bondes de Maceió por 25 anos, o sistema foi extinto em torno de 1956.
Observamos os relatos de como era o cotidiano dos bondes em Maceió através das crônicas de Flor…

Arqueólogos acham prisão eclesiástica do século 17 em igreja de Penedo (AL)

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Uma reforma para a instalação de banheiros e de um elevador na Igreja e Convento de Santa Maria dos Anjos, no centro histórico de Penedo (a 152 km de Maceió), em Alagoas, fez com que arqueólogos descobrissem no porão uma cela eclesiástica construída no século 17. O local, que antigamente era usados por frades para pagar castigos, foi transformado em depósito e até agora guardava alimentos. Com a descoberta histórica, o projeto de reforma do convento franciscano, que prevê ainda a substituição de toda parte elétrica, restauração de altares e da nave principal e recuperação das pinturas internas e externas, deverá ser reformulado.Segundo a arqueóloga Danúbia Rodrigues, embaixo do piso atual foram encontrados instrumentos de porcelana, duas panelas de ferro, objetos de cozinha feitos em cerâmica e até restos de comida (mariscos e ostras), resquícios dos que ficaram encarcerados ali."Observando as características do cômodo, que estava sendo usado como depósito da cozinha, verificamos …

Torre de igreja cai em Ipioca

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Emancipação de Alagoas: a separação de Pernambuco a construção de uma identidade alagoana

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Neste domingo, 16, a emancipação de Alagoas completa 195 anos. O desmembramento do território alagoano da capitânia de Pernambuco aconteceu num período em que o movimento contra a coroa Portuguesa se fortalecia em algumas regiões do país. Apesar de encontrar adeptos em Alagoas, a insurreição contra a monarquia foi "abafada" na Comarca, o que levou historiadores, a exemplo de Francisco Augusto Pereira da Costa, a defenderem a tese de que a emancipação foi concedida em recompensa por Alagoas não ter aderido ao movimento republicado, mantendo-se fiel à Portugal.
Seis décadas depois, Alagoas acabou tendo uma participação destacada na construção da República Brasileira. O proclamador do novo regime, Foi justamente o alagoano, Marechal Deodoro da Fonseca, e o primeiro presidente do Brasil, outro alagoano, Floriano Peixoto. Desta forma, é preciso refletir qual o lugar de Alagoas na história do Brasil? Por que, com uma cultura tão rica, ainda estamos construindo uma identidade alagoa…

Alagoas, recontando a história!

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Não é de hoje que há uma enorme contradição com a nossa emancipação política, em 16 de setembro de 1817. São 197 anos de uma história mal contada, até porque, longe dos vultos históricos que ensejaram movimentos de libertação em outras localidades, aqui, na parte sul da Capitania de Pernambuco, foi por causa da traição ao Movimento Revolucionário de Pernambuco, que logrou êxito a nossa dita emancipação. “A Revolução Pernambucana foi um movimento social (revolta) de caráter emancipacionista ocorrido em Pernambuco no ano de 1817”. É considerado um dos mais importantes movimentos de caráter revolucionário do período colonial brasileiro.  O Ouvidor Batalha (Dr. Antônio Ferreira Batalha) foi o responsável pela criação e da possibilidade de uma Alagoas independente de Pernambuco. Ele orientou a elite local a não tomar parte do movimento que se originara em Pernambuco, e que tinha Padre Roma como um dos principais destaques da luta pela emancipação política, eles não concordavam com a tese d…

REVOLUÇÃO PERNAMBUCANA DE 1817 E OS MOTIVOS DA ‘’EMANCIPAÇÃO” DE POLITICA DE ALAGOAS

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Nós éramos do ponto de vista territorial a parte sul de Pernambuco,  A nossa Gênesis por incrível que apareça  nasceu   de um naufrágio e do assassinato do Bispo Fernandes Sardinha na foz entre  do rio Coruripe e são Francisco, pelos índios caetés, fato    esse questionado pelo historiador Álvaro Queiroz(foi uma armação) ,mas esse episódio segundo vários pesquisadores , provocou por parte da Capitania duas expedições, uma chefiada por Jeronimo de  Albuquerque  o sul originado o primeiro Núcleo de povoamento a Cidade de Penedo 1560 ,a segunda expedição foi comandada  por Cristóvão Lins fundou Porto Calvo 1590.
 A região norte de Alagoas foi onde se deu  a origem dos primeiros engenhos de açúcar , da parte sul de Pernambuco- Escurial (Porto de Pedras),Buenos Aires (Camaragibe) . Morro (Porto Calvo) Já Penedo tinha sua atividade voltada para pecuária; A parte sul de Pernambuco foi  dividida em sete sesmarias, a Cristóvão Lins fora doadas as terras que ficavam do cabo de Santo Agostinho a…

Programa Eu Quero Ver. TVCOM Maceió - Canal 12 NET Entrevista com o professor André Cabral

Profª Socorro Lamenha - Qual a importância da arte para a formação do se...

O Governo de Muniz Falcão e o Impeachment

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Afrânio Lages era um legítimo representante das oligarquias alagoanas e candidato de Arnon de Mello, que no ano anterior, no auge de sua popularidade, chegou a declarar que elegeria até um poste.    A campanha foi bastante disputada. Muniz Falcão era atacado como o forasteiro. Contra Afrânio Lages pesava a sombra de fascista, dado ao seu passado de integralista. O resultado da eleição chegou a ser surpreendente e confirmou as fortes raízes do populismo, especialmente na capital, onde Muniz venceu com o dobro de votos.  Líder carismático, como delegado do trabalho destacou--se por posições a arrojada no cumprimento de suas funções. Por outro lado, sua vitória nunca seria bem aceita pela elite local. Liderada por Arnon de Mello e Rui Palmeira, a UDN, principal força de oposição, mobilizou-se para combater o governo populista de Muniz, que, inicialmente, se viu diante do desafio de sanear as finanças públicas e adequar à máquina administrativa à realidade. Arnon havia deixado de herança …

Na tarde de 13 de setembro de 1957, a história política de Alagoas viveu o seu mais sangrento episódio. A sessão de votação do impeachment do governador Muniz transformou-se num tiroteio de cerca de 40 minutos.

Redemocratização: 1945 a 1964 O Governo de Arnon de Mello

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A política desastrosa do governo Silvestre Péricles favoreceu a oposição na eleição de Arnon de Mello para governador, em 1950,num pleito marcado por tensões e mortes.
Essa eleição representou o fim de um ciclo na política alagoana: o domínio dos Góes Monteiro. Mas a vitória de Arnon não foi o fato de maior repercussão nas eleições daquele ano em Alagoas. A vitória do médico Ezequias da Rocha sobre o poderoso general Pedro Aurélio de Góes Monteiro na disputa da vaga para o Senado foi comentada em todo o País. O fato entrou para a história como uma das maiores surpresas da vida política alagoana e como uma brilhante demonstração da força do voto e como expressão da vontade popular. Entretanto, o desgaste de Silvestre Péricles não impediu que o PST elegesse uma maioria parlamentar. Ari Pitombo e Muniz Falcão foram eleitos deputados federais e assumiram a liderança do populismo no Estado
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Nas eleições de 50, Arnon foi eleito com uma mensagem de paz, salvacionista e modernizante. Vaido…

Redemocratização: 1945 a 1964 e Governo de Silvestre Péricles

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Os anos 50 foram especialmente intensos em Alagoas.
A vitória de Silvestre Péricles com sua plataforma populista foi um sinal do anseio por mudanças dos alagoanos. O momento histórico exigia um esforço de- inserção do Estado no movimento                   desenvolvimentismo em moda no Brasil desde os anos 30. Com atenção, vamos observar que este apelo popu­lar vai se verificar outras vezes na recente história de Alagoas. Que era predominan­temente rural. A urbanização avançava rapidamente. Os benefícios sociais eram poucos. Apenas 3,86 por cento dos domicílios tinham Água encanada e só 9,58 por cento energia elétrica.
A economia conti­nuava assentada no plantio da cana e na produção do açúcar. A cultura do fumo adquiria força. A migração para o eixo Rio-São Paulo era um fenôme­no crescente.
O governo Silvestre Péricles foi marcado pela prepotência e pela intolerância.
Muitos foram os conflitos envolvendo o governador e a oposição. Os deputados comunistas eram duramente perseguidos e …

O ESTADO NOVO EM ALAGOAS

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Em 37, com a instalação do Estado Novo, a Câmara, o Senado e as assembleias estaduais 'foram fechadas. Na primeira etapa da década de 30, o governo procurou moldar o movimento sindical. Sindicatos e federações foram criados sob o manto do governo. As greves, porém, acontecem com independência. Entre as reivindicações da época destacam-se a luta pela garantia da jor­nada de oito horas de trabalho, por melhores condições de trabalho e por melhores salários. O setor têxtil era a principal força mobilizadora. Em Fernão Velho e Rio Largo localizavam-se os principais focos da justa rebeldia operária.
Na segunda etapa, a repressão promovida pela ditadura de Vargas aos movimentos sociais foi intensa, especialmente ao movimento sindical e aos comunistas. Nesse período, aconteceram prisões e até deportações de Alagoanos
Ismar de Góes Monteiro (1941-1945) substituiu Osman Loureiro. Em sua gestão combate a violência e a impunidade.
Outra tarefa importante foi a de implementar a fiscalização das …

As mudanças dos padroeiros de Maceió de São Gonçalo a nossa senhora dos prazeres

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O engenho Maceió tinha sua localização no sopé do planalto da jacutinga, (hoje ladeira da catedral) na configuração da sociedade colonial portuguesa no Brasil, existia a divisão social representada pela casa grande, o engenho, senzala e a capela, representada pela religiosidade portuguesa a religião católica, cujo padroeiro era na época são Gonçalo Amarante. Em 1761 Proprietário do engenho Maçaió, O capitão Apolinário Fernandes Padilha fez a doação de um terreno para construção da capelinha hoje atual catedral metropolitana de Maceió no ano seguinte, a capela tinha devoção de Nossa Senhora dos Prazeres, segundo a Historiadora Isabel Loureiro em seu livro História de Alagoas “os devotos de são Gonçalo dirigiam ao seu padroeiro ,com hinos e louvores e também faziam homenagens a padroeira nossa Senhora dos Prazeres” O que motivou a mudança do padroeiro são Gonçalo para nossa senhora dos Prazeres  segundo a lenda, o capitão Apolinário Fernandes Padilha, estava roçando milho na ladeira ac…

Alagoas: Capitania hereditária é a razão de seu atraso e miséria // IREMAR MARINHO

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As causas da miséria secular de Alagoas passam ao largo das preocupações e propostas de compromissos dos candidatos melhor avaliados nas pesquisas eleitorais para governador: Benedito de Lira e Renan Filho. Quando muito, se pronunciam sobre a violência que atormenta a sociedade, prometendo paliativos que sequer arranham o que seria necessário para proporcionar tranqüilidade à população e perspectivas para o crescimento humano.
Esses candidatos são bons pais, maridos, irmãos e amigos, mas nenhum deles morre de amores pela população alagoana ao ponto de ousar o compromisso de romper com a forma de governar o Estado, contando para isto com o mesmo teor de omissões nas promessas de atuação dos candidatos aos cargos parlamentares, nos níveis estadual e federal, com as raras exceções de praxe. Lastimavelmente, tem sido assim, durante todo o período republicano, com os cargos políticos e os mandos passando de pai para filho, como se o Estado fosse uma capitania hereditária, vivendo-se ainda n…

Maestro Edmundo Peruzzi e sua Orquestra - LUZINHA - choro de Airton Amor...

Demolição de prédio histórico causa polêmica em Porto Calvo

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A demolição de parte das ruínas do histórico prédio onde funcionava a antiga cadeia pública de Porto Calvo causou polêmica na cidade. O que restava do imóvel de largas paredes, que pertence ao governo do Estado, só não foi ao chão por completo, na manhã de quarta-feira (30), porque o chefe de Operações Policiais, José Cláudio, e o delegado Rubens Cerqueira impediram a ação. Segundo o delegado, os funcionários da Secretaria Municipal de Infraestrutura usaram o nome do promotor de Justiça, Sérgio Simões, para dar legitimidade à ação demolitória. Com uma máquina retroescavadeira e uma caçamba, eles iniciaram a operação por volta das 9 horas. “Disseram que a ordem partiu do promotor. No mesmo instante, liguei para ele, que negou. Então, determinei que o chefe de Operações fosse ao local e impedisse a demolição”, explicou Rubens Cerqueira, em entrevista ao jornal Gazeta de Alagoas, edição desta quinta-feira. O delegado confirmou que o prédio histórico pertence ao patrimônio do Estado e qu…