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Mostrando postagens de Janeiro, 2014

Imagens exclusivas de Maceió em 1950

A Ponte dos Fonseca, o Riacho Massayó e a Guerra do Paraguai.

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 Quando passamos pela Praça Sinimbu no centro da cidade de Maceió observamos uma ponte onde não existe rio; cadê o rio?.  O curso do rio Maceió que hoje chamamos de salgadinho, passava por essa ponte por atrás do clube Fênix Alagoana ia desborca suas águas na praia do sobral. Segundo Felix Lima Júnior no seu livro Maceió de Outrora, O salgadinho tinha vários nomes, dividia a cidade de Maceió em dois Barrio Massayó; rego da pitanga (hoje bairro do farol) e Reginaldo. O nome do riacho Maceió em relação ao sitio ao engenho, pitanga em relação as suas margens se apresentavam cobertas de pitangueiras, Reginaldo foi a homenagem a Reginaldo Correia de Melo, Juiz de Órfãos da estão vila, tinha esse nome até chegar ponte do poço. Dai até a foz é o salgadinho sofrendo as influencias do atlântico. Afirma Felix lima Junior “O Aterro do riacho, fazendo-o desaguar na belíssima praia de Jaraguá, incontestavelmente foi , mais do que um crime, um erro”. Já a Ponte tem uma relação com a guerra do Parag…

Arqueólogos buscam resquícios das invasões holandesas.

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Arqueólogos do Iphan e da Universidade Federal de Pernambuco buscam resquícios das invasões holandesas Pesquisadores seguem a trilha dos portos às margens do rio Manguaba mapeados pelo cartógrafo holandês setecentista George Marcgraf Fotos/ Maurício Silva
Uma parceria entre o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e a Universidade Federal de Pernambuco (Ufpe) resultará num curioso e imprescindível trabalho arqueológico, que mapeia os antigos portos para embarcações fluviais na região do Estado denominada pelo cartógrafos holandês George Marcgraf (1610-1644] de Alagoas Boreal. Os arqueólogos do Iphan e da universidade fizeram uma expedição pelo largo e caudaloso rio Manguaba, no trecho que liga o município de Porto Calvo ao vizinho Porto de Pedras (distantes 96 km e 110 km da capita Maceió), catalogando 12 portos criados à época das invasões holandesas na primeira metade do século 17. Os arqueólogos pernambucanos Marcelo Libanês e Doris Walmsley fizeram essa expedi…

O sobrado camocho, as inimizades entre as famílias Mendonça e Sinimbu.

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Lendo o livro histórias de Maceió de Bráulio Leite Júnior, decidir fotografar o centro de Maceió seguindo o roteiro de seu livro para contar um pouco da história, registrando o que restou dos antigos casarões; o primeiro prédio que vou falar o sobrado da rua dois de dezembro em frente à Praça Pedro II, segundo Bráulio júnior ,o prédio era chamando de camocho (gíria lusitana; quer dizer tostão), lá residia Lourenço Cavalcante de Albuquerque Maranhão (Barão de Atalaia). O casarão tinha uma lida vista para o mar.


Fruto da rivalidade entre as famílias da aristocracia barão de Jaraguá  construiu um prédio mais alto, o que o do barão de Atalaia , para que ele perdesse   a  vista do mar.        
Hoje é a biblioteca publica; na opinião de Bráulio Junior o José Antônio  de Mendonça ( barão de Jaraguá)  construiu  seu palacete “por Pirraça’’, Nesse prédio  ficou hospedado  o imperador D. Pedro II , Na sua vinda a Alagoas em 1859 que Inaugurou a Catedral Metropolitana de Maceió.

Por: André Cab…

ARMAÇÃO POLÍTICA LEVOU AO GENOCÍDIO DOS CAETÉS

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ALAGOAS PASSOU POR UM SANGRENTO IMPEACHMENT.

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Jornal de Alagoas(Especial), Maceió , domingo, 13 de setembro 1992.

Hoje completa 17 anos que Alagoas perdeu um grande político

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E nessa crise da Assembleia Legislativa de Alagoas faz lembrar o tempo que Lamenha Filho presidiu aquela casa, por longos sete anos com 37 parlamentares e apenas 27 servidores. Quando governador do Estado, o homem do Engenho Coronha deixou a sua maior obra: a Escola de Ciências Médicas. Era casado, com a falecida penedense Marina Braga Lamenha e tinha seis filhos. Presto aqui uma homenagem a esse exemplo de homem público. Sua biografia para a geração mais jovem conhecer. Filho de Antônio Simeão de Lamenha Lins e de Olímpia Lins, Lamenha foi fornecedor de Cana do engenho Coronha,e arrimo de família era membro do PSD e foi eleito prefeito de sua cidade natal, São Luiz do Quitunde, em Eleições gerais no Brasil em 1950, e deputado estadual em 1954, 1958 e 1962.Presidente da Assembléia Legislativa de Alagoas por sete anos, filiou-se à ARENA após o bipartidarismo imposto pelo Regime Militar de 1964.

Nomeado governador de Alagoas em 1966 pelo presidente Castelo Branco após Muniz Falcão, venced…