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Mostrando postagens de Setembro, 2013

Prefeitura prioriza orla enquanto Jaraguá está aos escombros

As belas praias, os coqueirais, as avenidas largas, os restaurantes e bares que acolhem turistas e nativos. Com todos os seus encantos, a orla de Maceió enfeitiça a maioria dos alagoanos e por isso mesmo tem sido a “menina dos olhos” de todos os prefeitos da capital – ao menos nos últimos 30 anos. Com Rui Palmeira não será diferente que decidiu nomear um gestor para cuidar caprichosamente da orla. A novidade foi anunciada pelo prefeito, nesta sexta-feira, 20, em reunião com representantes da ABIH-AL – associação que reúne os donos de hotéis da capital.“O gestor será meus olhos na orla da cidade. A prefeitura também vai colocar na orla uma equipe de Assistência Social e de fiscais da SMCCU para junto ao gestor encontrar soluções e sanar os problemas”, disse o prefeito.A iniciativa do prefeito é boa.  Melhor seria, claro, que também fossem nomeados “gestores” para outros locais não menos importantes para os moradores da cidade e para os turistas do que a orla. É o caso do Centro e Jara…

O 16 de Setembro de 1817 não foi uma farsa

Em 1817, a capitania de Pernambuco tinha a economia mais importante do país. Com a decretação do fim do monopólio português sobre o comércio, a chamada abertura dos portos de 1808, o grande desenvolvimento do algodão pernambucano unia os interesses dos mercadores da capitania aos interesses dos ingleses, em detrimento dos comerciantes de Lisboa. Como a Corte lusitana estava no Rio de Janeiro desde 1808, o conflito entre Pernambuco e a Coroa portuguesa por mais autonomia transformou-se na luta entre Recife e o Rio de Janeiro pela liderança política no processo de Independência da nação brasileira. Como o Rio defendia uma Independência pelo caminho de uma monarquia constitucional, Recife só poderia defender uma Independência por uma via diferente e mais de acordo com seus interesses regionais, daí sua tendência ao republicanismo, mesmo que não fosse um republicanismo radical, democrático e contrário à escravidão africana. O nativismo na região de Recife sempre foi muito forte desde a é…

Revolução Pernambucana de 6 de março de 1817, As teses sobre a emancipação política de Alagoas 16 de setembro 1817.

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A chamada revolução pernambucana na verdade foi uma insurreição dos pernambucanos contra os pesados impostos e descontentamento do monopólio comercial dos portugueses, no Brasil controlavam todo o comercio que era proibido para os Pernambucanos comercializara na capitania, atraídos pelas ideias iluministas setor da sociedade como Lojas Maçônicas, Seminário de Olinda padres como João Ribeiro e Miguelinho organizaram o movimento de sedição; Nesse contexto se deu a chegada da Família Real portuguesa para o Brasil em 1808 com a ocupação de Portugal pelos franceses, para cobrir os custos da corte no Brasil foram aumentados os impostos provocando revoltas da sociedade pernambucana da aristocracia rural até as camadas populares, gerando um clima de uma rebelião em Pernambuco.  Sabendo da conspiração, o Governador Caetano Pinto de Miranda, prendeu os conspiradores. O major José de Barros Lima o Leão coroado resistiu e matou o oficial português que foi prendê-lo, a Cidade de Recife foi dominada…

Hino de Alagoas - Eliezer Setton

HISTÓRIA DE ALAGOAS: A REVOLUÇÃO PERNAMBUCANA DE 1817 = NARRAÇÃO PROF. CE...