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Mostrando postagens de 2013

O filme Rua das Árvores e a destruição da memória de Maceió

O historiador inveja as suas fontes orais. O idoso é sério concorrente de quem se arvora a reproduzir em texto um tempo social pretérito. Essas duas ideias se e...mpoleiraram na minha mente quando vi o belo curta-metragem Rua das Árvores, da alagoana Alice Jardim. O filme foca numa casa abandonada da Rua Ladislau Neto (botânico alagoano), mais conhecida na Maceió do presente como Rua das Árvores, e nas memórias de uma moradora. Alice apresenta detalhes da residência, usando vários tipos de enquadramento e luz, enquanto a idosa narra, sem aparecer, suas experiências com a casa, a família, a cidade e a vida. A forma narrativa e seu conteúdo causam profunda catarse no expectador, pois milhares de maceioenses e habitantes de outras urbes do munto têm contido na garganta um grito em defesa da memória social, arquitetônica e urbanística das cidades.

As singularidades do capitalismo e da modernidade na capital alagoana elevaram ao poder, a partir da segunda metade dos anos 1960, uma elite…

Polícia Federal fala sobre venda de moedas históricas - G1 Alagoas - AL TV 2ª Edição

Jornal do SBT - Fóssil de preguiça gigante é encontrado em Maravilha Ala...

Moradores de Alagoas acham moedas da época do Brasil Colônia Notícia dos achados históricos levou os moradores de Japaratinga a uma corrida por ouro e prata. Região foi colonizada por holandeses em 1808. GLOBO.COM

Instituto Histórico e Geográfico de Alagoas parte 3

Instituto Histórico e Geográfico de Alagoas -parte 2

Instituto Histórico e Geográfico de Alagoas-parte 1

Jaime Miranda - Vida e Luta

O PRIMEIRO GOVERNADOR DE ALAGOAS

O Eficiente Melo e Povoas e o Nativismo Crescente
Quando Sebastião Francisco Meio e Póvoas desembarcou em Jaraguá, dois dias depois do Natal de 1818, para governar a nova Alagoas, devia passar pelo seu espírito como manter o domínio português na área cuidando de controlar o nativismo de 1817. Pelos fatos que se seguiram desde que assumiu o governo em 22 de janeiro seguinte, até sua exoneração em janeiro de 1822, ele tudo fez para isso. Prognosticava que o domínio português seria ainda por alguns anos, quiçá décadas, porque rea­lizou uma obra administrativa e material de invulgar dimensão, construindo prédios públicos e forti­ficações, organizando unidades militares e a admi­nistração da Província, abrindo estradas, fazendo um plano ambicioso de urbanização de Maceió, mandando construir aqui uma corveta. Compreendendo o momento histórico, decidiu não residir em Alagoas capital, fixando residência em Maceió onde estava o movimento econômico e maiores perspectivas de realizar sua obra …

HISTÓRIA DE PENEDO-ALAGOAS.

O HINO DE ALAGOAS

A presença Francesa em Alagoas

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Para Ter uma idéia da influência francesa em nossa história local, devemos apenas lembrar que o historiador alagoano Alfredo Brandão "chega a conjecturar, haver sido a cidade de Penedo origi­nada de um entreposto francês do comércio do pau-brasil, naquela região do rio São Francisco", aliado ao fato de existir ainda hoje, sobrevivências culturais da' presença francesa em nosso litoral, como é o exemplo da tão conhecida "Praia do Francês", nas proximidades da atual cidade e município de Marechal Deodoro, há alguns quilô­metros da cidade de Maceió  Segundo Gabriel Soares de Souza, em seu Tratado Descritivo do Brasil de 1587, nos informa que existiram quatro portos franceses no litoral ala­goano, assim descri minados: 1) Porto Velho dos Franceses - localizado a quatro léguas antes do rio S. Miguel, que é hoje conhecido como "Praia do Francês": 2) Porto Novo dos Franceses - loca­lizado a duas léguas adiante da foz daquele rio, na barra do rioJequiá, e f…

Fortalezas Alagoanas

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Alagoas na época da ocupação holandesa contava com importantes fortalezas ou praça-fortes: a fortaleza de Porto Calvo e o forte Maurício.A fortaleza de Porto Calvo foi construída em 1634, pelo conde Bagnuolo, em madeira e terra, sob ordem de Matias de Albuquerque. que em 1635 teria sido ocupado pelos holandeses. Em 1638, por 13 a 20 dias, o conde Bagnuolo teria resistido ao avanço de Maurício de Nassau. Após sucessivas ocupações, expulsões e reocupações, o forte de Porto Calvo foi somente reconquistado pelas tropas luso-espanholas em 1645. Esta praça-de-guerra foi destruída, sem deixar vestígios.
 Maurício de Nassau estendeu seus domínios até o Ceará, além de tentar sem sucesso, reconquistar a cidade de, Salvador. Nassau fez uma excelente administração, construindo palácios, pontes, além de ter promovido realizações de caráter cientifico, artístico e literários, assim como ter possibilitado a ocorrência de certo ambiente de tolerância religiosa e de ter financiado os engenhos de açúcar…

A Invasão Holandesa ao Estado de Alagoas

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(Entre 1632/3 os holandeses desembarcaram em Barra Grande, agora guiado por Calabar, marchando sobre Porto Calvo, Porto de Pedras, Camaragibe, Porto do Francês, Alagoas do Sul Marechal Deodoro, atual), Alagoas do Norte (Santa Luzia do Norte, atual) e São Miguel dos Campos. Quando os holandeses passaram Alagoas do Sul, praticamente destruíram a cidade, assim como a sua Igreja Matriz que ficava localizada no povoado de Taperaguá (1633). Os invasores torturaram parte da população local e teriam incendiado cerca de 100 casas. Quando os holandeses invadiram Alagoas do Sul, parte de seus moradores tranferiram-se para Alagoas do Norte que também teria sofrido o ataques dos holandeses; porém a população já teria montado um bom sistema de defesa e contado com a orientação do capitão de Milícias Antônio Lopez Figueiras, que morreu em combate travado com os holandeses, depois dos mesmos terem desistido temporariamente de ocupar a Vila de Alagoas do Norte
Após assumir o comando das tropas Rojas …

Calabar: o controvertido personagem histórico

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É correto afirmar-se que a Vila do Recife teria surgido por volta de 1536, porém a invasão holandesa a teria ajudado a se construir no principal centro urbano da época holande­sa, principalmente depois das reformas urbanas, feitas pelos arquitetos trazidos por Maurício de Nassau. Entretanto, os holandeses conseguiram um importante aliado - Domingos Fernandes Calabar - o qual irá viabilizar aos invasores a conquista do Rio Grande do Norte, Paraíba e Alagoas. Trata-se de um equivoco pensar-se que Calabar teria se passado para o lado dos holandeses, em virtude do mesmo Ter ficado impressionado como o dinamismo e o caráter empreendedor, desenvolvidos durante o período do governo de Maurício de Nassau. Quando Maurício de Nassau chegou ao Brasil, em 1637, Calabar já havia sido enforcado e esquartejado em 29 de Junho de 1635, por ordens de Matias de Albuquerque. E conveniente lembrar que a cidade de Porto Calvo, tem em uma das suas superfícies colinosas uma localidade conhecida pelo nome d …

Arquivo Público de Alagoas comemora 50 anos

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A história de Alagoas pode ser contada de várias maneiras, mas é no Arquivo Público de Alagoas (APA) – com seus livros, fotografias, jornais, revistas e documentos – que se pode realizar uma verdadeira viagem no tempo. Neste dia 30, o APA comemora 50 anos de uma existência marcada pela preservação do saber e da evolução do povo alagoano. Através de suas seções, o APA, proporciona um passeio ao longo de ao menos quatro séculos, desde a época em que o estado ainda era uma comarca, e depois província, até a atualidade. Além de possuir o maior acervo de origem administrativa referente ao Poder Executivo de Alagoas, abriga o projeto “Memórias Reveladas”, que permite à sociedade o acesso a fontes antes sigilosas, de um período sombrio da história do país, a Ditadura Militar. “Os 50 anos do Arquivo Público de Alagoas não representam com exatidão a importância que ele tem, o acervo que a instituição abriga remonta o século XVIII, quando o estado ainda nem era uma província. O importante nest…

Vida e Obra de Lucarini

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Teatro Deodoro, Palácio Floriano Peixoto, Palácio da Intendência e Tribunal de Justiça, em Maceió. Em Penedo, o Teatro Sete de Setembro. Além da beleza arquitetônica e de guardar muito da história de Alagoas, você sabe o que estes patrimônios têm em comum? Todos foram planejados por um único mestre da arquitetura: Giovanni Luigi Giuseppe Lucarini (1842-1907).

Nascido na Itália, Lucarini é um dos responsáveis pela construção da paisagem urbana de Maceió e Penedo na virada do século XIX para o século XX. No entanto, pouquíssimos são os registros sobre sua trajetória. Foi desta constatação que surgiu a ideia do livro Luigi Lucarini: Vida e Obra. O lançamento será nesta sexta-feira (29), às 18h30, em um dos projetos mais imponentes do arquiteto, o Teatro Deodoro.

“Era preciso um reconhecimento de Lucarini pelas novas gerações. Este livro é o primeiro registro oficial. Decidimos que mesmo o Deodoro estando em reforma, seria lá o lançamento. É uma homenagem ao centenário do teatro”, disse Van…

01. "Navio Itapagé" - O Trem da História (+playlist)

10. "Teotônio Vilela" - O Trem da História (parte 2) (+playlist)

09. "Teotônio Vilela" - O Trem da História (parte 1) (+playlist)

06. "Suruagy" - O Trem da História (+playlist)

Doce de caju de Ipioca obtém registro de Patrimônio Imaterial

O “Saber Fazer dos Doces de Caju em Ipioca” é o segundo bem de natureza imaterial aprovado pelo Conselho Estadual de Cultura (CEC). O pedido foi aprovado por unanimidade dos conselheiros, durante a última reunião de 2013, ocorrida na quarta-feira (11), no Museu da Imagem e do Som de Alagoas (Misa).O pedido foi encaminhado em 2012 à Secretaria de Estado da Cultura (Secult) por meio de uma ação coletiva envolvendo alunos, a professora Josemary Ferrare, do Curso de Arquitetura e Urbanismo da Fau/Ufal, e os moradores no distrito de Ipioca, litoral norte da cidade de Maceió. De acordo com a Lei Estadual nº 7.285, de 30 de novembro de 2011, foi realizada uma análise da proposição de registro do doce de caju de Ipioca e, a diretoria do Pró-Memória, da Secult emitiu parecer técnico favorável sobre os elementos reunidos no dossiê elaborado pelos solicitantes que reúne fotos, depoimentos, entre outros aspectos referenciais de pesquisas realizadas em 2008 e 2012. A solicitação foi então colocada…

Meu Lugar - Eliezer Setton

MACEIÓ (Prof. João)

04. "Faróis" - O Trem da História

GRACILIANO RAMOS FOI PREFEITO DE PALMEIRA DOS ÍNDIOS, MAS RENUNCIOU...

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TRIBUNA POPULAR /PAGINA 8-PALMEIRA DOS INDIOS

Deodoro da Fonseca - Série "Construtores do Brasil" - TV Câmara

08. "Delmiro Gouveia" - O Trem da História (parte 2)

07. "Delmiro Gouveia" - O Trem da História (parte 1)

11. "Tavares Bastos" - O Trem da História

02. "Tiroteio na Assembléia" - O Trem da História

Jaraguá: o futuro promissor que não veio para o bairro/Bairro chegou a ser revitalizado na década de 90, mas projeto foi abandonado

Um crescimento vindo do mar. Assim pode ser definido o surgimento e a expansão do bairro do Jaraguá, que traz em sua arquitetura a história de Maceió.  Em espaço privilegiado, entre o Centro, Poço e Pajuçara, a comunidade foi se formando muito antes do desenvolvimento de Maceió. Na época, a capital ainda era a cidade de Marechal Deodoro, mas aos poucos, com a vinda de algumas repartições públicas houve a transferência.  Jaraguá é um bairro de grandes tradições, local que foi moradia dos antigos senhores de engenho, proprietários dos enormes casarões, e também espaço que abrigou pescadores. Em 1818, Jaraguá era considerado um lugar de “futuro promissor”, quando foram sendo erguidos os primeiros armazéns, sobrados, junto com a Igreja de Nossa Senhora Mãe do Povo, construída pelo português Antonio Martins. Mesmo nos séculos passados, a realidade de contraste era presente na comunidade. De um lado foi se formando os prédios com arquitetura portuguesa e do outro a aldeia de pescadores, que …

Pesquisa revela que mais de 2 mil turistas visitaram a Serra da Barriga

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No primeiro trimestre, a pesquisa mostra que o total de visitantes foi de 1.269 Dados cedidos à Secretaria de Estado do Turismo (Setur-AL) pela Secretaria Municipal de Turismo de União dos Palmares revela o número de pessoas que visitaram a Serra da Barriga, no primeiro semestre de 2013. Um total de 2.161 turistas, entre brasileiros e estrangeiros, passaram pela região de janeiro a junho. No primeiro trimestre, a pesquisa mostra que o total de visitantes foi de 1.269. Entre os brasileiros que estiveram na serra, 748 são da região Nordeste e 408 são do Sudeste, sendo 271 só do mercado emissor de São Paulo. Já os estrangeiros vieram da Europa e América Latina. O fluxo de turistas registrado no segundo trimestre foi de 892. A maioria foi da região Nordeste, 716, e do Sudeste foram 135 pessoas. Os estrangeiros vieram da Europa e América do Norte. A Serra da Barriga, Patrimônio Histórico Nacional, é muito procurada por possuir um dos maiores ícones do período escravocrata da luta contra a escr…

Prefeitura prioriza orla enquanto Jaraguá está aos escombros

As belas praias, os coqueirais, as avenidas largas, os restaurantes e bares que acolhem turistas e nativos. Com todos os seus encantos, a orla de Maceió enfeitiça a maioria dos alagoanos e por isso mesmo tem sido a “menina dos olhos” de todos os prefeitos da capital – ao menos nos últimos 30 anos. Com Rui Palmeira não será diferente que decidiu nomear um gestor para cuidar caprichosamente da orla. A novidade foi anunciada pelo prefeito, nesta sexta-feira, 20, em reunião com representantes da ABIH-AL – associação que reúne os donos de hotéis da capital.“O gestor será meus olhos na orla da cidade. A prefeitura também vai colocar na orla uma equipe de Assistência Social e de fiscais da SMCCU para junto ao gestor encontrar soluções e sanar os problemas”, disse o prefeito.A iniciativa do prefeito é boa.  Melhor seria, claro, que também fossem nomeados “gestores” para outros locais não menos importantes para os moradores da cidade e para os turistas do que a orla. É o caso do Centro e Jara…

O 16 de Setembro de 1817 não foi uma farsa

Em 1817, a capitania de Pernambuco tinha a economia mais importante do país. Com a decretação do fim do monopólio português sobre o comércio, a chamada abertura dos portos de 1808, o grande desenvolvimento do algodão pernambucano unia os interesses dos mercadores da capitania aos interesses dos ingleses, em detrimento dos comerciantes de Lisboa. Como a Corte lusitana estava no Rio de Janeiro desde 1808, o conflito entre Pernambuco e a Coroa portuguesa por mais autonomia transformou-se na luta entre Recife e o Rio de Janeiro pela liderança política no processo de Independência da nação brasileira. Como o Rio defendia uma Independência pelo caminho de uma monarquia constitucional, Recife só poderia defender uma Independência por uma via diferente e mais de acordo com seus interesses regionais, daí sua tendência ao republicanismo, mesmo que não fosse um republicanismo radical, democrático e contrário à escravidão africana. O nativismo na região de Recife sempre foi muito forte desde a é…

Revolução Pernambucana de 6 de março de 1817, As teses sobre a emancipação política de Alagoas 16 de setembro 1817.

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A chamada revolução pernambucana na verdade foi uma insurreição dos pernambucanos contra os pesados impostos e descontentamento do monopólio comercial dos portugueses, no Brasil controlavam todo o comercio que era proibido para os Pernambucanos comercializara na capitania, atraídos pelas ideias iluministas setor da sociedade como Lojas Maçônicas, Seminário de Olinda padres como João Ribeiro e Miguelinho organizaram o movimento de sedição; Nesse contexto se deu a chegada da Família Real portuguesa para o Brasil em 1808 com a ocupação de Portugal pelos franceses, para cobrir os custos da corte no Brasil foram aumentados os impostos provocando revoltas da sociedade pernambucana da aristocracia rural até as camadas populares, gerando um clima de uma rebelião em Pernambuco.  Sabendo da conspiração, o Governador Caetano Pinto de Miranda, prendeu os conspiradores. O major José de Barros Lima o Leão coroado resistiu e matou o oficial português que foi prendê-lo, a Cidade de Recife foi dominada…

Hino de Alagoas - Eliezer Setton

HISTÓRIA DE ALAGOAS: A REVOLUÇÃO PERNAMBUCANA DE 1817 = NARRAÇÃO PROF. CE...

Penedo ontem e hoje

A Mudança do Cofre da cidade de Alagoas para a vila de Maceió O Levante 1839

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Com a chegada do segundo presidente da Comarca de Alagoas Agostinho da Silva Neves para tomar posse ocorreu um conflito entre a cidade de Alagoas. (atual Município de  Marechal Deodoro),  e a vila de Maceió , a revolta entre os alagoanos do sul e maceioense se deu em relação a transferência da capital da província de Alagoas para Maceió. A vila de Maceió começou a se desenvolver em torno do porto de Jaraguá em relação  ao comercio de exportação de matéria prima para Inglaterra (revolução industrial), o Primeiro presidente da  Capitania de alagoas  Melo e povoas instalou a sede administrativa em 1819 em Maceió,  devia ser em Santa Maria Madalena da lagoa do sul que era constituída de Sede Jurídica, Religiosa e Militar no Período da emancipação de Pernambuco 1817.
Segundo o professor Theody Augusto de Barros os motivos da transferência foi localização geográfica foi o grande fator  para a transferência a evolução comercial de Maceió e  a prioridade de Melo e povoas  foi o burgo litorâne…

Pesquisa Arqueológica Serra da Barriga .

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A TRANSFERÊNCIA DA CAPITAL PARA MACEIÒ

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TRAMA DA MEMÓRIA, URDIDURA DO TEMPO

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O REI ABATIDO. Na fase aguda do movimento, governador Osman Loureiro pôs fim ao cangaço Há exatos 75 anos morria Lampião Por: VALMIR CALHEIROS - ESPECIAL PARA A GAZETA Na fase aguda do cangaço mais famoso em Alagoas, o Estado foi administrada por 18 governantes. Entre os administradores, apenas dois se destacaram no combate ao banditismo em geral e ao cangaço de Lampião: Pedro da Costa Rego (1924/1928) e Osman Loureiro (1934/1940). Mas somente este teve a honra de colocar à cabeça o louro da vitória final contra o cangaço. 
Esta e outras informações constam de Lampião em Alagoas lançado este ano,
em Santana do Ipanema, onde os autores nasceram, e em Palmeira dos Índios. Trata-se do 17º de autoria de Clerisvaldo Braga das Chagas e o segundo de seu parceiro, Marcello André Fausto Souza. Ambos decidiram por esta publicação após constatar a inexistência de obra sobre o cangaço que abordasse de forma geral as ações de Virgolino Ferreira da Silva, o Lampião, chacinado com a companheira Maria…

Maçaió, aquele que tapa o alagadiço.

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Antes de sua fundação em 1609, Manoel Antônio Duro morou onde hoje é o bairro de Pajuçara, recebendo, do alcaide-mor de Santa Maria Madalena, Diego Soares, uma  sesmaria;  A cidade de Maceió nasce com a produção da cana-de-açúcar ,o engenho de  propriedade de Manoel  Antônio Duro, tinha o objetivos de escoar o açúcar pelo porto de Jaraguá, para fugir dos impostos já que o porto do francês era oficial, foi a forma encontrada de sonegar impostos . A fabrica (engenho) tinha o nome banguê, logo depois recebeu o nome de Maçaió, o engenho se localizava no planalto da Jacutinga, hoje é o Bairro do farol, a subida da ladeira da catedral (igreja católica), na época o padroeiro  de Maceió foi São Gonçalo Amarante , o espaço geográfico alagoano ,era parte sul de Pernambuco formada por vilas de Alagoas(1600 ),Penedo(1570), Porto calvo (1590) e Maceió(1609) ,As Câmaras das vilas fizeram uma reivindicação ao então governador  Francisco de Castro da necessidade de uma comarca, Em 9 de outubro de 170…

Religiosos se destacam

Religiosos se destacam

No século XIX, o clero secular alagoa­no manteve-se na vanguarda intelectual, bem como dos movimentos políticos e sedições. Entre os padres cujos nomes figuram nos anais eclesiásticos das Alagoas, destacamos aqui: padre José Luiz Barros Leite, eleito deputado às Cortes de Lisboa; padre Francisco de Assis Ribeiro, professor de retórica da velha cidade de Alagoas e deputado às Cortes de Lisboa; padre Lourenço Wanderley Canavarro, vigário de Porto Calvo e um das cabeças da sedição de 1823, tendo assumido a presidência da Junta Provisória de Governo; padre Francisco de Assis Barbosa, cura de Ipioca e presidente da Junta Governista de 1824; padre José Antônio de Caldas, primeiro pároco nomeado para a freguesia de Maceió, mas nunca tomou posse, pois foi eleito deputado O Assembléia Geral e Constituinte de 1823, tendo participado, após a dissolução daquela assembléia, da Confederação do Equador (1824) e da Revolução Farroupilha (1835-45); padre Afonso de Albuquerque Me…